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Greves Voltam a Atacar as Escolas Estaduais

As Greves Voltam a Atacar as Escolas Estaduais
Atraso do pagamento do piso salarial resulta em greves

Os servidores estaduais da Educação deram início as greves na quinta-feira (8), segundo as informações do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais.

De acordo com o sindicato, o movimento começou porque o governo não cumpriu com o pagamento do piso salarial. Os professores também pedem o fim do parcelamento dos salários e do 13º e um atendimento de qualidade pelo Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (Ipsemg).

A assessoria de imprensa do Sind-UTE-MG informou que oito carreiras aderiram as greves, como professores, diretores e supervisores, por exemplo.

O sindicato disse que a adesão não havia sido em 100{3ff8eac9563ebecb812604019e6c0a1286fc1f82ca464bdb0f6d74ec48ac4d22}. Mas que ainda não tinha os números exatos para divulgar.

Em nota, a SEE-MG informou que foi notificada oficialmente pelo sindicato sobre a paralisação da categoria convocada para esta quinta.

Em relação às reivindicações a pasta disse que o governo está empenhado em cumprir o acordo assinado em 2015. O comunicado ainda informa que os reajustes salariais concedidos por esta gestão representam um aumento de 46,75{3ff8eac9563ebecb812604019e6c0a1286fc1f82ca464bdb0f6d74ec48ac4d22} na remuneração dos professores e demais carreiras da rede estadual.

Já em relação ao reajuste do piso nacional, o governo está impedido de enviar o projeto de lei à ALMG. Em virtude de ter ultrapassado o Limite Prudencial de gasto com pessoal previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal.

A SEE informou, que 89 escolas paralisaram em Belo Horizonte, com a previsão de ficarem mais de 7 sem aulas.

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